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Mas, um dia, diante do espelho, encontrei o verdadeiro inimigo.
Ele estava ali, bem à minha frente — silencioso, impassível, impossível de culpar.
A maioria dos líderes não erra na decisão — erra antes, na leitura. Goleman, Weick, Schein e Boyd já mostravam isso há décadas: quando a percepção falha, o resto vira reflexo automático. Inteligência Situacional não é intuição, é a capacidade madura de ler o ambiente antes de agir. Neste artigo, mostro por que líderes conscientes interpretam antes de decidir — e por que chefes reativos apenas reagem.
Muita gente se orgulha de ter “gênio forte”, mas poucos percebem que isso não é força — é o ego sabotando a liderança. O líder maduro não reage: interpreta, ajusta, governa a si mesmo. A questão não é quem manda — é quem domina o próprio impulso. No fim, o que pesa não é o gênio que explode, mas o gênio que pensa.
Quando a pressa vira método de gestão, a liderança vira gestão de danos. Trago aqui um apanhado de reflexões a partir de realidades que um Mentor Empresarial tem que lidar com muita frequência. O imediatismo toma conta do cotidiano e aí surgem os rótulos e a falta de leitura do ambiente. Aqui, em um artigo mais denso, busco fazer um apanhado enquanto deixo uma série de questionamentos que, acredito, valem a reflexão.
Profissionais liberais vivem apagando incêndios — correm o dia inteiro, mas não saem do lugar.
Brian Tracy já alertava: sem metas, você vive à mercê do acaso.
Planejamento não é luxo, é sobrevivência para quem vende serviços profissionais.
E você: está no comando da sua carreira ou preso ao caos da agenda?
Em um mundo onde o planejamento busca controle absoluto, talvez esteja na hora de admitir: muitos dos maiores sucessos do marketing nasceram de erros, acasos e decisões estúpidas. Este artigo provoca: será que a genialidade está mesmo no plano — ou na capacidade de improvisar e aprender com o imprevisível?
Se você está prestes a “entrar na água” — expansão, reposicionamento ou reinvenção do negócio — talvez não precise de mais força.
Precise de visão.
O que vimos em campo foi mais do que um jogo — foi um exemplo vivo de estratégia, superação e propósito coletivo.
Quantas empresas que você conhece resistiriam a 500 anos de sucessões sem perder o rumo?
A maioria mal sobrevive à troca de uma geração.
A Beretta, fundada em 1526, atravessou 15 gerações e segue crescendo — porque entendeu algo que muitos ainda ignoram: herança não é direito, é responsabilidade.
E o mérito, quando bem cultivado, é o verdadeiro testamento corporativo.
Reinaldo Martinazzo
Fundador da Vitória, com mais de 40 anos de experiência, desempenhou funções de destaque em departamentos de marketing nos setores financeiro, de seguros e de saúde.