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Artigos recentes
Você pode pagar por uma hora do meu tempo, mas não pode comprar a minha alma. No mundo dos serviços, a diferença entre ser lembrado ou esquecido está naquilo que vai além do relógio: presença plena, atenção genuína e entrega com verdade. Em tempos de atendimento automatizado e relações padronizadas, o maior diferencial é manter vivo o que só o humano pode oferecer.
Do pequeno milagre de Heron à inteligência artificial, a tecnologia mudou — mas a essência é a mesma: alguém, por trás da máquina, decide o que entregar e como. Dois mil anos atrás, era água benta. Hoje, pode ser qualquer coisa. A pergunta é: você está criando experiências com propósito ou apenas apertando botões para faturar mais?
Você lidera ou apenas administra urgências?
Em um mundo corporativo que glorifica a pressa e a produtividade sem critério, liderar se tornou um ato de resistência. Inspirado em Essencialismo, de Greg McKeown, este artigo propõe uma reflexão profunda sobre a coragem de escolher o que não fazer — e como essa escolha pode ser o maior diferencial estratégico de um líder. Menos volume, mais direção. Menos ruído, mais propósito. Talvez o futuro da liderança esteja, justamente, em resgatar o essencial.
O poder da comunicação disparou na frente. Enquanto os demais poderes institucionais operam com suas engrenagens lentas, a comunicação – impulsionada pelas redes sociais – molda decisões, reputações e realidades em tempo real. Castells já apontava esse deslocamento. Mas estamos prontos para o desequilíbrio que isso causa? Neste artigo, reflito sobre o novo papel das marcas e do marketing nesse cenário de aceleração simbólica.
Nem todo fogo destrói. Alguns revelam valor.
Neste artigo, convido você a refletir sobre o papel das adversidades na formação de líderes verdadeiros. Assim como o cristal e o ouro só atingem sua beleza e pureza após enfrentarem o calor extremo, também nós, gestores, somos moldados pelas crises que nos desafiam.
Resiliência não é só resistência — é transformação.
E no mundo da liderança, não há espaço para forjamentos em banho-maria.
A saúva evoluiu.
Já não vive nas lavouras, mas nos bastidores da economia, roendo projetos, corroendo margens e atrasando o progresso.
Auguste de Saint-Hilaire nos alertou, mas parece que ela nunca foi embora – apenas se adaptou.
Em um artigo simbólico e provocativo, reflito sobre como essa antiga praga ganhou novas formas — e ainda representa um obstáculo invisível ao desenvolvimento.
Leia, reflita e me diga: quem são as saúvas que ainda minam o crescimento do Brasil?
Vivemos em uma era em que o sucesso grita — mas a virtude sussurra.
Enquanto o mundo aplaude conquistas visíveis, poucos prestam atenção no que foi silenciado para alcançá-las.
Este artigo é um convite a refletir:
Que tipo de sucesso estamos perseguindo?
Aquele que impressiona os outros ou aquele que preserva quem somos?
Talvez esteja na hora de ouvir o que o silêncio da virtude tem a nos ensinar.
Nem todo assédio é explícito — às vezes, ele veste terno, ocupa cargo de liderança e se esconde atrás da desculpa da “gestão estratégica”. Este artigo lança luz sobre um fenômeno silencioso e corrosivo nas organizações: o “stalker corporativo” — aquele líder que, por insegurança ou sede de controle, boicota o crescimento de seus liderados, sabota oportunidades e transforma a retenção de talentos em aprisionamento. Quantos profissionais brilhantes sua empresa já perdeu por não saber (ou não querer) libertá-los? Talvez esteja na hora de olhar para dentro.
Você já pensou que, enquanto cuida com rigor da sua conduta ética no consultório, sua imagem nas redes pode estar dizendo outra coisa? Médicos que não compreendem o peso da reputação digital correm o risco de perder espaço — não por falta de competência, mas por ausência de posicionamento. Neste artigo, baseado na palestra Comunicação e Redes Sociais, que realizo nesta segunda-feira (28/07/2025) na Associação Médica do Paraná – AMP, compartilho um guia prático e reflexivo sobre como transformar as redes sociais em aliadas estratégicas da sua carreira médica, sem abrir mão da ética, da autenticidade e do propósito.
Reinaldo Martinazzo
Fundador da Vitória, com mais de 40 anos de experiência, desempenhou funções de destaque em departamentos de marketing nos setores financeiro, de seguros e de saúde.