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No artigo anterior, discuti por que a mentoria é fundamental em diferentes fases da carreira. Agora, avanço um passo além: mostrar que muitas vezes não é a falta de talento que trava um profissional, mas sim obstáculos invisíveis — autossuficiência, insegurança, excesso de operação, redes limitadas — que o empurram lentamente para o território da incompetência.
Todo profissional, em algum momento, se vê diante de encruzilhadas: seguir, parar, mudar de rumo ou reinventar-se. A questão é: quem ajuda a tomar essas decisões críticas? É nesse ponto que surge a mentoria. No artigo de hoje, provoco uma reflexão: quem realmente precisa de um mentor?
A estética não é frescura — é estratégia. Quando líderes aprovam o “bonitinho” em lugar do alinhado, quando briefings são pobres e a criação se rende ao imediatismo das redes sociais, a comunicação começa a ruir. Esse desgaste é lento, quase invisível, mas compromete o posicionamento e joga a marca no que chamo de inferno no branding. Sua comunicação está protegendo a sua marca ou acelerando a sua corrosão?
Efeito Rosenhan da Liderança: assim como no experimento que mostrou como rótulos distorcem a realidade na psiquiatria, muitos líderes também caem na armadilha de enxergar seus colaboradores apenas pelo “carimbo” que lhes deram. Quando isso acontece, não se vê talento, potencial ou evolução — apenas o reflexo de um preconceito. Liderar não é rotular. É libertar.
A pressa disfarçada de agilidade é uma velha armadilha corporativa. Ela promete resultados rápidos, mas entrega retrabalho, desgaste e cicatrizes que custam caro para apagar. Você está correndo preparado ou apenas correndo para tropeçar?
Empresas digitais, clientes frios, colaboradores desmotivados. O que falta? Gente. A Gestão 5.0 só fará sentido quando colocar pessoas no centro — com liderança capaz de transformar o conflito geracional em potência. Caso contrário, quem vai ditar o futuro das organizações não são líderes, mas algoritmos.
Nos bens de consumo, a maioria das escolhas são guiadas pelo olhar. Mas em serviços profissionais, onde não há embalagem para entregar confiança, a estética assume outro papel: ela se transforma em evidência física, capaz de tangibilizar o intangível e reduzir a incerteza do cliente. A questão é simples: a estética que envolve o seu serviço transmite valor ou expõe fragilidades?
Se o seu serviço fosse uma flor, estaria desabrochando ou murchando diante dos olhos do cliente? Christopher Lovelock nos mostrou que o valor percebido não está apenas no núcleo, mas nas pétalas que o cercam — e ignorar isso pode ser o segredo da estagnação.
Depois de mais de 40 anos atuando com estratégia de marketing e 22 anos como professor, posso afirmar: construir uma imagem profissional coerente nas redes sociais não é luxo, é necessidade.
Este artigo reúne 7 passos essenciais para médicos, advogados, engenheiros, psicólogos e tantos outros profissionais liberais iniciarem – ou ajustarem – sua jornada digital com ética, clareza e propósito.
Não se trata apenas de “estar nas redes”, mas de posicionar-se de forma estratégica, respeitando as regras do seu conselho de classe e projetando uma reputação que inspire confiança.
Se este tema não é urgente para você, pode ser vital para alguém próximo. Compartilhe. Esta atitude pode transformar o começo de muitas carreiras.
Reinaldo Martinazzo
Fundador da Vitória, com mais de 40 anos de experiência, desempenhou funções de destaque em departamentos de marketing nos setores financeiro, de seguros e de saúde.