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Não é ao acaso que começamos o ano com este tema. Percebemos que a maioria dos líderes ainda tenta controlar o que já não é controlável. O futuro, porém, não pertence a quem manda — mas a quem interpreta. Esta reflexão é um convite para abandonar a lógica do gestor que administra o passado e assumir a postura do líder que enxerga além do nevoeiro.
O mundo nunca foi tão instável — e, paradoxalmente, nunca se planejou tanto como se ele fosse previsível.
O Planejamento Estratégico, que deveria preparar organizações para lidar com a incerteza, passou a ser usado como um antídoto emocional contra ela.
Não orienta o movimento. Apenas o congela.
Este texto não é sobre novas ferramentas.
É sobre a ilusão de controle que ainda sustenta muitos planos — e o preço silencioso que se paga por ela.
Mas, um dia, diante do espelho, encontrei o verdadeiro inimigo.
Ele estava ali, bem à minha frente — silencioso, impassível, impossível de culpar.
A maioria dos líderes não erra na decisão — erra antes, na leitura. Goleman, Weick, Schein e Boyd já mostravam isso há décadas: quando a percepção falha, o resto vira reflexo automático. Inteligência Situacional não é intuição, é a capacidade madura de ler o ambiente antes de agir. Neste artigo, mostro por que líderes conscientes interpretam antes de decidir — e por que chefes reativos apenas reagem.
Muita gente se orgulha de ter “gênio forte”, mas poucos percebem que isso não é força — é o ego sabotando a liderança. O líder maduro não reage: interpreta, ajusta, governa a si mesmo. A questão não é quem manda — é quem domina o próprio impulso. No fim, o que pesa não é o gênio que explode, mas o gênio que pensa.
Quando a pressa vira método de gestão, a liderança vira gestão de danos. Trago aqui um apanhado de reflexões a partir de realidades que um Mentor Empresarial tem que lidar com muita frequência. O imediatismo toma conta do cotidiano e aí surgem os rótulos e a falta de leitura do ambiente. Aqui, em um artigo mais denso, busco fazer um apanhado enquanto deixo uma série de questionamentos que, acredito, valem a reflexão.
Profissionais liberais vivem apagando incêndios — correm o dia inteiro, mas não saem do lugar.
Brian Tracy já alertava: sem metas, você vive à mercê do acaso.
Planejamento não é luxo, é sobrevivência para quem vende serviços profissionais.
E você: está no comando da sua carreira ou preso ao caos da agenda?
Em um mundo onde o planejamento busca controle absoluto, talvez esteja na hora de admitir: muitos dos maiores sucessos do marketing nasceram de erros, acasos e decisões estúpidas. Este artigo provoca: será que a genialidade está mesmo no plano — ou na capacidade de improvisar e aprender com o imprevisível?
Se você está prestes a “entrar na água” — expansão, reposicionamento ou reinvenção do negócio — talvez não precise de mais força.
Precise de visão.
Reinaldo Martinazzo
Fundador da Vitória, com mais de 40 anos de experiência, desempenhou funções de destaque em departamentos de marketing nos setores financeiro, de seguros e de saúde.