Por que algumas pessoas inauguram futuros enquanto outras apenas administram o presente?

Passamos boa parte da vida aprendendo a administrar o presente. Mas o futuro nunca pertenceu aos que apenas administram. Pertence àqueles que conseguem enxergar possibilidades quando a maioria ainda vê apenas o nevoeiro. Este artigo é um convite para refletir sobre essa rara capacidade de iniciar novos começos — e sobre a pergunta que Hannah Arendt talvez nos faça ainda hoje: o que, afinal, começa quando alguém decide pensar além do óbvio?