O discernimento como novo capital profissional

Vivemos uma época em que produzir nunca foi tão fácil, encontrar informações nunca foi tão rápido e a inteligência artificial amplia, a cada dia, nossa capacidade de executar. Mas toda grande transformação altera aquilo que realmente é escasso. Talvez estejamos entrando em uma era em que o diferencial já não seja produzir mais, nem saber mais, mas discernir melhor. Se essa hipótese estiver correta, o ativo mais valioso da próxima década talvez não esteja na tecnologia que utilizamos, mas na qualidade do julgamento que desenvolvemos ao longo da vida.